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Postado em 31/12/1969 às 16h00

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Ozéias Laurentino Junior disse em 11/10/07 | 00:43
Costumo afirmar que se o presidente Lula fosse filiado ao PT goiano nunca teria se tornado líder popular, porque os dirigentes do PT goiano são conservadores. Após o insucesso de 2004, o comando do PT goiano parece não ter mais projeto político partidário e sim projetos de grupos para defender os seus espaços no poder legislativo.
O PT errou em 2004 ao cair no “canto da sereia†de Marconi Perillo e isso afastou o PMDB de Iris, que na época indicava o economista Flávio Peixoto para a vice do Pedro. Errou em 2006, ao não se preocuparem em construir uma candidatura petista para o governo e quando o PMDB acenou para entregar a vice do Maguito, as principais lideranças petistas postularam o cargo e depois levaram “fora†tão grande que não restaram nada mais do que apoiar o pseudo-socialista Barbosa Neto. E agora, caminha para o erro novamente. No mínimo, o PT deve ter candidato a prefeito e se não passar para o segundo turno apóie um candidato da base aliada do governo federal.



Eduardo Horácio disse em 11/10/07 | 00:43
Acho que os petistas não minguaram não, tanto que houve uma recuperação no segundo turno. Com toda aquela crise da gestão Pedro Wilson, o tanto de voto que ele teve no segundo turno prova que o PT realmente tem força em Goiânia. Ah, e respondendo à sua outra colocação: não, o PT também não é do "bem". O que eu quis colocar é que o PT está buscando um lado na rivalidade PMDB x PSDB, quando na verdade seria melhor construir seu próprio lado. Para o bem da política goiana: quanto mais alternativas, melhor


Filemon disse em 11/10/07 | 00:43
Eduardo, mas seria o PT 'do bem'? Ou melhor, diferente? E essa avaliação da força do PT parece deixar de fora o fiasco da reeleição do Pedro (23% dos votos no primeiro turno com máquina municipal e federal e um esforço do cão). Pra mim, esses votos minguaram.


Eduardo Horácio disse em 11/10/07 | 00:43
Pois é, o primeiro problema é o PT achar que o PMDB é do bem e o PSDB é do mal. Ambos são iguais. O segundo problema é o PT se contentar em ser coadjuvante, inclusive na capital - onde sempre teve expressivas votações e venceu duas vezes. Mas, como eu disse, o PT merece mesmo estar onde está. Azar dele, sorte do PMDB.


Marcus Vinicius disse em 11/10/07 | 00:43
A coisa não é tão simples no PT quanto se pinta. Várias lideranças entendem como estratégica a aliança com o PMDB de Iris e Maguito. O contrário - lançamento de uma candidatura própria - é tido por alguns como fragmentação da oposição, fortalecendo o projeto do PSDB no Estado.


 

 

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