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Postado em 31/12/1969 às 16h00

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Eduardo disse em 07/01/09 | 04:26
Fabiana, é relativamente fácil arrumar isso: copiar o teatro. No teatro, depois do horário marcado, ninguém mais entra. As portas são trancadas. E, depois que começa a peça (neste caso, o filme) você perde o direito sobre a cadeira que você comprou. É até uma medida educadora, pois com o tempo as pessoas não vão mais se atrasar para os filmes.


Fabiana disse em 07/01/09 | 04:26
O lugar marcado não muda nada (aliás, só complica) se permitem que as pessoas entrem atrasadas nas salas. Outro dia um casal atrapalhou todo mundo procurando o lugar deles (depois das luzes apagadas) e depois provocou o maior tumulto porque havia gente nas benditas cadeiras. Daí quem estava sentado no lugar deles, não conseguia enxergar onde eram os lugares certos... Enfim, enquanto isso o filme passando. Bagunçado demais.
Abraços!


Aline Mil disse em 07/01/09 | 04:26
Não dei tanta sorte quanto o Eduardo. Principalmente no Cinemark e no Lumiére, sofri bastante com a 'cordialidade' alheia em 2008. Inclusive esse seria um dos motivos pelos quais não me interesso pela onda dos lugares marcados. Nesse último domingo, na última sessão do dia no Cinemark, me irritei tanto com os coleguinhas da frente que me levantei para mudar de lugar na sala. Um grupo entrou no cinema fazendo escândalos de riso e não parou. Antes das luzes se apagarem eu já estava do outro lado do cinema. Raiva, raiva!! O que fazer se os lugares fossem marcados? Reclamar com os coleguinhas (e receber uma risada), reclamar com a direção do cinema? Negociar lugares melhores em troca de pipoca? Fazer chantagem em troca de chocolate? O que fazer?


lisandro disse em 07/01/09 | 04:26
Caro Eduardo,
Estamos aguardando mais posts.
Lisandro


Eduardo disse em 07/01/09 | 04:26
Os preços são o nó principal para mim. Caros, caríssimos. O cinema em 3D não me seduz, pra mim é uma bobagem. Quanto aos celulares que tocam durante a sessão, os pés nas costas da gente e as conversas irritantes de quem não quer ver filme, dei sorte em 2008, pois praticamente não sofri nenhuma dessas situações. De qualquer forma, não sei o que os cinemas poderiam fazer para evitar isso. Sou otimista e acho que até melhorou. Nos anos 90, isso era um inferno (principalmente celulares e adolescentes em histeria coletiva). Eu não sabia que o Severiano Ribeiro havia anunciado isso também antes do natal.


lisandro disse em 07/01/09 | 04:26
Caro Eduardo,
Essas empresas procuram melhorar a qualidade. Isso é bom. O problema, cada vez maior, são os costumes, como afirma com propriedade o M. Aurelio.Os preços são altos e não devem mudar tão cedo. (lisandro)


Marco A. Vigario disse em 07/01/09 | 04:26
É muito curiosa essa reação do Cinemark, porque o Seriano Ribeiro do Goiânia Shopping anunciou antes do Natal a implantação da sala 3D (já em funcionamento) e das cadeiras marcadas. Sinal de que a concorrência está funcionando. Pra falar a verdade, não me importo muito com essa coisa de lugar marcado. Revolução mesmo seria conseguirem acabar com os celulares que tocam durante a sessão, os pés nas costas da gente e as conversas irritantes de quem não quer ver filme e entra na sala pra contar causo... rs... Como solução, proponho o julgamento sumário: amordaçamento pra quem for réu primário e, em caso de reincidência, fuzilamento em praça pública.


 

 

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