edevane divino vieiria disse em 03/04/06 | 14:33
em aragoinia não fora feita somente esta doação, para a candidatura do atual
prefeito, mas um investimento vultuoso, em posto de gasolina, Sarra center, posto de padrão inquestionavel e incompativel com a demanda local, agora, a dona deste vultouso empredimento pretende se lançar candidata a prefeita da cidade, não demais se não fosse o fato da mesma, não ter patrimonio para realização de referido empreendimento, conseguido sim somente após a falencia da avestrua, visto que a mesma era funcionaria de confiança do grupo.
Filemon disse em 03/04/06 | 14:33
Moral da história (parte 2). Raquel Rodrigues é realmente uma polÃtica habilidosa. Ao contrário dos mais de 49 investidores que perderam dinheiro, ela só lucrou com a famÃlia Maciel.rsrsrs
Giordano
disse em 03/04/06 | 14:33
Como não tem moral da história, Mestre? É claro que tem: na próxima eleição ela perderá um importante financiador.
Eduardo Horácio
disse em 03/04/06 | 14:33
Estamos falando de nomenclaturas. Pessoa jurÃdica pode ter CGC/CNPJ e fÃsica pode ter CIC/CPF. No TRE, no entanto, todos os doadores são identificados com CGC, independente de serem pessoas fÃsicas ou jurÃdicas. Em alguns casos, sim, se usa o CPF/CNPJ.
Quanto à informação dada na nota, nenhuma moral da história. É como eu disse no inÃcio do texto: "curiosidade". Apenas curiosidade. Não há nada de ilegal no fato de ter recebido contribuição da Avestruz Master. Mas não deixa de ser um fato curioso.
Elson Mendoça disse em 03/04/06 | 14:33
E daÃ?
Qual a moral da história?
Quem mais contribuiu com a campanha de Raquel Rodrigues?
Quem foi o maior contribuinte?
Em tempo: pessoas fÃsicas tem CPF, jurÃdicas, CNPJ.
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