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Postado em 31/12/1969 às 16h00

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edevane divino vieiria disse em 03/04/06 | 14:33
em aragoinia não fora feita somente esta doação, para a candidatura do atual
prefeito, mas um investimento vultuoso, em posto de gasolina, Sarra center, posto de padrão inquestionavel e incompativel com a demanda local, agora, a dona deste vultouso empredimento pretende se lançar candidata a prefeita da cidade, não demais se não fosse o fato da mesma, não ter patrimonio para realização de referido empreendimento, conseguido sim somente após a falencia da avestrua, visto que a mesma era funcionaria de confiança do grupo.


Filemon disse em 03/04/06 | 14:33
Moral da história (parte 2). Raquel Rodrigues é realmente uma política habilidosa. Ao contrário dos mais de 49 investidores que perderam dinheiro, ela só lucrou com a família Maciel.rsrsrs


Giordano disse em 03/04/06 | 14:33
Como não tem moral da história, Mestre? É claro que tem: na próxima eleição ela perderá um importante financiador.


Eduardo Horácio disse em 03/04/06 | 14:33

Estamos falando de nomenclaturas. Pessoa jurídica pode ter CGC/CNPJ e física pode ter CIC/CPF. No TRE, no entanto, todos os doadores são identificados com CGC, independente de serem pessoas físicas ou jurídicas. Em alguns casos, sim, se usa o CPF/CNPJ.

Quanto à informação dada na nota, nenhuma moral da história. É como eu disse no início do texto: "curiosidade". Apenas curiosidade. Não há nada de ilegal no fato de ter recebido contribuição da Avestruz Master. Mas não deixa de ser um fato curioso.


Elson Mendoça disse em 03/04/06 | 14:33
E daí?
Qual a moral da história?
Quem mais contribuiu com a campanha de Raquel Rodrigues?
Quem foi o maior contribuinte?
Em tempo: pessoas físicas tem CPF, jurídicas, CNPJ.


 

 

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