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Postado em 31/12/1969 às 16h00

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Filemon disse em 02/07/06 | 16:56
Pelo menos nesse aspecto me sinto vitorioso, apesar da eliminação. Roberto Carlos é o símbolo da derrota. Cafu também criticado. Sem laterais não tem movimentação, sem movimentação não tem bons meio-campistas. Mas Parreira foi refém dos latifundiários. Se ao menos nunca mais vermos Cafu, Roberto Carlos, Ronaldo e Parreira na seleção já será uma grande vitória. Zidane foi o que muitos sonhavam que Ronaldinho Gáúcho fosse - o dono do jogo.


Giordano disse em 02/07/06 | 16:56
Aliás, Portugal faz um jogo horrível, com muito mérito na marcação, é verdade, mas com muita violência. Pelo bem do futebol, a técnica francesa tem que eliminar a luta greco-romana portuguesa. E se o pragmatismo alemão conseguir derrotar a defesa inasistente italiana, vai ser bom demais !!!


Giordano disse em 02/07/06 | 16:56
Minha final é a mesma de Lucimeire. Ao contrario de muitos, creio que Parreira cometeu apenas um erro fatal: a convocação exclusiva de astros, sem carregadores de pianos, jogadores extremamente limitados, dungas da vida ou zagueiros ceifadores como tinhamos inicialmente em 70. Quanto ao jogo apenas um erro: a excessiva confiança que possibilitopu ao técnico abandonar seu esquema feio mas seguro para fazer concessões e aos jogadores não marcarem absolutamente ninguém.


Luci disse em 02/07/06 | 16:56
Achei genial esse comentário do Nasi, que também chamou as posições de "Capitanias Hereditárias". Rs. Também muito bom o comentário de Sócrates, no "Jogo Duro", dizendo que foi a melhor atuação individual de um jogador desde Maradona, em 86. Claro, ele se referia a Zidane. Pra mim, o cara mostrou a habitual classe também na forma de comemorar, discreta, mostrando um "respeito" pelos brasileiros (que não mereciam). Respeito depois do jogo ganho, diga-se. Porque, dentro de campo, chapelou até Ronaldo e Kaká. Se o Parreira orientasse o time na lateral de campo e não ficasse com aquela cara marrenta grudado no banco, certamente também teria levado um chapéu de Zidane. Zizu parecia jogar vôlei. Dava sinais para o time, comandava (com a bola no pé) o revezamento da equipe. Passava, marcava, lançava, driblava... muito bem. E brasileiro? Babou!
Ah, mas como lembrou o Kajuru hoje, chorar pra quê, se apenas dois ou três jogadores brasileiros derramaram lágrimas (???) após a derrota?
Agora, por favor, sem esse ufanismo imbecil que idolatra Felipão, né? Se querem torcer por Portugal, podem até falar em ração, mas o time é chato, violento, metido e truculento. Igualzinho a Felipão. Se é pra ainda pensar em futebol, que tenhamos então uma final entre Alemanha e França.
Beijos.
Luci


 

 

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