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Postado em 31/12/1969 às 16h00

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Giordano disse em 18/04/06 | 16:25
Interessante a entrevista. Ele realmente reflete o problema do pequeno mercado editorial (que já é pequeno a nível nacional, imagine nos sertões, sim porque Goiás é um sertão. O Brasil quase todo é um sertão. Goiás até é um sertão razoável) e do provincianismo, da falta de valorização da própria cultura, dos próprios autores, poetas, músicos, pintores, grafiteiros, atores, repentistas...
Fala também das "igrejas" nas Universidades. Quanto a isto não é uma esclusividade da cultura a presença de "igrejinhas". A política, por exemplo, as tem aos montes. Outras áreas também. E as universidades também não tem "igrejas" somente pra cultura. Tem "igrejinhas" pra tudo quanto é assunto. O ensino superior, sobretudo o estatal, é muito "religioso" e por vezes institui dízimos.


 

 

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